Titio Tim, quero um teclado dock lightening!

Escrever no iPhone com o teclado dock do iPad é uma das coisas mais Hipsters que já tive a oportunidade — e a geekagem de fazer.

A tecla “R” do teclado está soltando, ele não tem design para suportar o iPad Air de modo seguro, mas ainda é um dos melhores pedaços de Hardware que já comprei.

No iPhone, no entanto, usando um adaptador 30-Pinos — Lightening (Não testei os genéricos, estou falando do oficial da Apple, sempre mais caro), ainda apresenta um conjunto estável, talvez o conjunto mais estável desde que testei pela primeira vez em um iPod Touch de 4ª geração.

Meu teclado ainda está meio riscado — quem tem criança teria que ter muito mais cuidado com periféricos do que eu — mas funciona perfeitamente.

Uma das minhas frustrações é a Apple ter descontinuado o teclado dock. Ele foi desenhado para caber um iPad de primeira geração, cabia um iPad 2 de forma meio gambiarra, e o conector lightening praticamente matou o periférico — exceto para mim, que ocasionalmente me sinto confortável usando-o com meu iPhone 5 para escrever textos mais longos.

O único defeito dele é ter tido que ser pesado, para equilibrar o conjunto sobre a mesa: isso diminuiu sua portabilidade, e deve ter sido uma das coisas que levou a Apple a tomar a decisão de descontinuá-lo.

Sigo usando, e parafraseando Fernando Pessoa, fá-lo-ei “enquanto Deus mo permitir”. E seria um feliz proprietário de uma versão lightening, caso a Apple — ou outro fabricante de acessórios — decidisse fabricar um compatível com lightening.

#iPhoneHoje em Gotas 002

Seja benvindo ao iphone hoje em gotas, um podcast para se ouvir antes de levantar da cama! eu sou Alexandre Costa, hoje é quinta-feira, 22 de agosto de 2013, e o iPhone hoje é um podcast consagrado por ouvintes em todo o mundo lusófono. A nova proposta é fazer um podcast curto, com pequenas dicas de aplicativos concentrado no tema produtividade pessoal.

E agora, tome sua gotinha de produtividade!

Tema Principal: #Editorial para #iPad

Resenha de Aplicativo: Bento 4 para iPad.

Screenshot do Bento 4 para iPad

No último dia 19/06, a Filemaker lançou a nova versão de seu banco de dados de uso pessoal, Bento 4. A versão anterior tinha o número 1 ponto alguma coisa, e eles promoveram a segunda a 4 para equiparar à versão Mac do produto.

Bom

Sou usuário do aplicativo nas três plataformas (Mac, iPad e iPhone), há mais de dois anos. O grande apelo do aplicativo é a beleza, e a simplicidade. No que se refere à versão para iPad, ele ficou também mais útil.

Embora fosse vendido como um standalone app, um aplicativo que pode ser usado independente das outras plataformas, o Bento para iPad anterior não fazia muito sentido longe de seu “pai” no Mac. Isso mudou na versão atual.

Os apelos do aplicativo continuam sendo beleza e simplicidade, embora nesta nova iteração, ele também tenha se tornado mais útil.

Agora é possível ver uma tabela com todos os registros de cada biblioteca, e montar um banco de dados do zero, a partir, inclusive, de templates baixados de um site específico, mantido pela própria filemaker, o Bento Template Exchange, onde usuários podem compartilhar suas soluções, e baixar as formuladas pelos desenvolvedores, gratuitamente.

O aplicativo baixa e instala uma biblioteca nova, baseada no template escolhido, com cores, molduras e fontes, e começa a personalizar para ele se adequar às suas necessidades.

Mau

O ponto negativo da coisa é que eles ainda não inventaram um jeito de implementar o iCloud, ou outro modo de sincronização pela web entre os dados das diferentes versões do Bento.

Isso prejudica a confiabilidade do aplicativo, não só a conveniência, pois, caso decidamos usar apenas o app para iPad, ficamos na dependência exclusiva do backup no iTunes, que é altamente volátil.

É necessário sincronizar os dados via wifi, e seu tamanho é adequado à cada plataforma. No meu caso, minha base de dados pesa mais de 1GB, e no iPad ficou em torno de 300MB. Arquivos de áudio e vídeo, por exemplo, incorporados aos registros, ficam disponíveis no iPad apenas até um certo tamanho.

Feio

Um outro ponto fraco do aplicativo é a impossibilidade de gerar relatórios com os dados de bibliotecas relacionadas. Isso faz com que a consulta — e a criação de formulários de impressão — fique sendo a única opção, ainda que limitada, para se tirar do Bento o que lá se põe. Isso não era possível no iPad, mas agora, ficou mais fácil.

O Bento para iPad está custando $4,99 Obamas até o final de Junho. Após este período, vai para $9,99. Quem já tinha a versão, tem que comprar novamente: é um update pago.

Conclusão

Voltei a usar o Bento, principalmente por causa da interface gloriosa. Os registros, em si, que decidi confiar ao Evernote, ficam em links em campos de URL clicáveis, facilitando meu acesso a eles caso algo dê errado.

Espero que resolvam essa questão da sincronia pela nuvem, pois não dá para confiar em informações que ficam presas a um equipamento que pode ser roubado antes de chegar ao local da sincronização, jogando tempo e dinheiro literalmente no lixo.

Para diminuir os riscos disso ocorrer, vou de Ganesha mesmo.