Gambiarra da semana: Usando um teclado e um mouse sem fio com seu dispositivo Android

Estou escrevendo este texto com um teclado padrão ABNT, sem fio em um Motorola Moto X 2014. Até o momento, o maior obstáculo tem sido a memória muscular. Tenho que me acostumar com essas teclas “novas”, como o cedilha e a localização dos acentos, para que a escrita se torne fluida como tem sido nos últimos seis anos usando o padrão americano, em sucessivos Macs desde o meu primero MacBook White, em 2009. Na época, me lembro que houve uma curva de aprendizagem. É o caso novamente, com este teclado.

Usar um teclado e um mouse no Android é uma brisa, e transforma seu smartphone ou Tablet com Android num computador para propósito geral.

O mouse garante que você não irá precisar tocar na tela em quase nenhum momento. Ele mostra um ponteiro que só se ativa quando o mouse se movimenta, e desaparece graciosamente quando o mouse está repousando sozinho na mesa.

Não é necessária nenhuma configuração adicional: Basta plugar o receptor num adaptador microUSB. Se seu Smartphone ou tablet suportar a tecnologia OTG, ele imediatamente será reconhecido e poderá ser usado. Você pode plugar um teclado com fios, mas perderá a conveniência do uso do mouse, que substitui o seu dedo na tela. Usar um combo com um receptor elimina esta limitação, que é a do Smartphone usar apenas uma porta para alimentação, periféricos e troca de dados.

O Alt+Tab (tal como o Command+Tab em um teclado para Mac) ativa a multitarefa do Android e te localiza exatamente no último aplicativo que você estava usando.

Para escrever este texto, estou usando um combo wireless da Genius, que me custou 90 reais. O problema mais relevante talvez seja a dificuldade de manter a bateria muito tempo funcionando com a tela acesa. Talvez ele suporte um HUB alimentado, ainda não testei.

Combinado com um espelhamento via Chromecast, e o IA Writer para Android, recentemente lançado, esta combinação eleva sua experiência com o Android a um novo nível.

Após bate-boca na câmara, Cid Gomes “Se demitiram-lhe”

Após bate-boca na câmara, Cid Gomes “Se demitiram-lhe”

a publicidade oficial de 2015 deve ser focada em São Paulo.

Ministro Thomas Traummann, (sei lá de que, são tantos), em documento interno vazado para a Folha.

Se estamos sendo mal avaliados, vamos fazer mais propaganda. É assim que um governo de ambições totalitárias vê o seu povo: como massa de manobra.

E este povo se comporta como tal, mais frequentemente do que não. A manifestação das diretas deu música do Chico Buarque. Dilma deve estar como o Figueiredo de Chico (O real estava de um dos lados, desmontando a merda que os milicos fizeram em 20 anos de ditadura).

A canção (‘Pelas tabelas’, hoje um clássico do período da redemocratização) é composta da perspectiva de Figueiredo, mas cabe como uma luva em Dilma:

“Ando com minha cabeça já pelas tabelas

Claro que ninguém se toca com a minha aflição

Quando vi todo mundo na rua de blusa amarela

Eu achei que era ela puxando o cordão

Oito horas e danço de blusa amarela

Minha cabeça talvez faça as pazes assim

Quando ouvi a cidade de noite batendo as panelas

Eu pensei que era ela voltando pra

Minha cabeça de noite batendo panelas

Provavelmente não deixa a cidade dormir

Quando vi um bocado de gente descendo as favelas

Eu achei que era o povo que vinha pedir

A cabeça de um homem que olhava as favelas

Minha cabeça rolando no Maracanã

Quando vi a galera aplaudindo de pé as tabelas

Eu jurei que era ela que vinha chegando

Com minha cabeça já pelas tabelas

Claro que ninguém se toca com a minha aflição

Quando vi todo mundo na rua de blusa amarela

Eu achei que era ela puxando o cordão

Oito horas e danço de blusa amarela

Minha cabeça talvez faça as pazes assim

Quando ouvi a cidade de noite batendo as panelas

Eu pensei que era ela voltando pra

Minha cabeça de noite batendo panelas

Provavelmente não deixa a cidade dormir

Quando vi um bocado de gente descendo as favelas

Eu achei que era o povo que vinha pedir

A cabeça de um homem que olhava as favelas

Minha cabeça rolando no Maracanã

Quando vi a galera aplaudindo de pé as tabelas

Eu jurei que era ela que vinha chegando

Com minha cabeça já numa baixela

Claro que ninguém se toca com a minha aflição

Quando vi todo mundo na rua de blusa amarela

Eu achei que era ela puxando o cordão

Oito horas e danço de blusa amarela

Minha cabeça talvez faça as pazes assim

Quando ouvi a cidade de noite batendo as panelas

Eu pensei que era ela voltando pra

Minha cabeça de noite batendo panelas

Provavelmente não deixa a cidade dormir

Quando vi um bocado de gente descendo as favelas

Eu achei que era o povo que vinha pedir

A cabeça de um homem que olhava as favelas

Minha cabeça rolando no Maracanã

Quando vi a galera aplaudindo de pé as tabelas

Eu jurei que era ela que vinha chegando

Com minha cabeça já numa baixela

Claro que ninguém se toca com a minha aflição

Quando vi todo mundo na rua de blusa amarela

Eu achei que era ela puxando o cordão

Oito horas e danço de blusa amarela

Minha cabeça talvez faça as pazes assim

Quando ouvi a cidade de noite batendo as panelas

Eu pensei que era ela voltando pra

Minha cabeça de noite batendo panelas

Provavelmente não deixa a cidade dormir

Quando vi um bocado de gente descendo as favelas

Eu achei que era o povo que vinha pedir

A cabeça de um homem que olhava as favelas

Minha cabeça rolando no Maracanã

Quando vi a galera aplaudindo de pé as tabelas

Eu jurei que era ela que vinha chegando

Com minha cabeça já pelas tabelas

Claro que ninguém se toca com a minha aflição

Quando vi todo mundo na rua de blusa amarela… ”

Soa familiar? Quando Chico fala d’Ela, está falando da revolução comunista, aquilo que os militares mais temiam.

O ministro sei-lá-do-quê parece ter a mesma relação com a liberdade individual que o Figueiredo de Chico tinha com a revolução.

O fato é que ser governo é diferente. A solução não é intervenção militar. Não tem solução.