Agora no segundo turno das eleições sabemos, com a luz do dia, os rinocerontes agrupados, no zoo de um partido, são o PT e aliados, novos bárbaros, que, com rara exceção, indóceis, buscam a retomada do poder nesses anos todos, não o bem da República, que desconhecem. Tendo a ganância corruptiva de engolir a Petrobras, para bolsos ávidos (diz a presidente que todos os partidos possuem corruptos, mas nenhum, como o dela), com uso da máquina a seu favor, desencadeando ruinosa e crescente inflação, com entusiasmo frenético pela incompetência administrativa, trazendo o fervor da mentira sob um velho fantasma, decadente, e mais, o PIB baixíssimo, o descuido do exterior, a cubanização do Estado, o ódio à classe média, extravio de dinheiro público em obras inócuas, o que era para a educação, saúde, cultura, estradas, cuidando muito de si mesmos, engordando patrioticamente.

Quem quase faliu o país nos quatro anos não tem condições de continuar. A “reeleição é corruptora”, assevera o ex-ministro do Supremo Joaquim Barbosa. E é o momento de unir forças pelo voto e enfrentar esses rinocerontes da coisa pública, aliando-se ao senador Aécio Neves, que é homem íntegro, capaz de, nesta hora, mudar o Brasil, junto à Marina, guerreira, que perdeu seu companheiro Eduardo Campos, em acidente até agora inexplicável. Há que arrancar a nação do caos, onde nos achamos, o fundo do poço. E deve lutar toda a oposição, como uma só alma. E um basta. Porque o tempo dos rinocerontes está acabado, exauriu. Basta sepultá-los! Capturando-os exatamente no lugar em que catam alimento ou saciam a sede. E a história deles é, sim, a história universal da noite.

Carlos Nejar, poeta.

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