Talvez em 1954, Rothbard conheceu a russa Ayn Rand, que estava escrevendo seu romance filosófico Atlas Shrugged [Quem é John Galt?]. Mais tarde, ele foi um dos convidados a seu apartamento para uma leitura de trechos concluídos do livro. Rand ficou horrorizada ao saber que Rothbard era casado com uma mulher religiosa, e em 1958 insistiu que o casal deveria divorciar-se. Em resposta, Rothbard abandonou o círculo de Rand.

Biografia: Murray N. Rothbard

Libertária, está moça! #SóQueNão

Não é possível que a revista “Veja” saiba de uma coisa e o governo não saiba quem é que está envolvido. Pedi primeiro para a PF, que me disse: não posso entregar, a investigação está em curso e peça ao MP. E o MP me disse a mesma coisa: se ele me disser, ele contamina a prova. Se ele me disser, ele contamina a prova.

Dilma Rousseff, criticando decisão do Ministério Público de não entregar o ouro ao bandido, dando-lhe acesso privilegiado ao depoimento de Paulo Roberto Costa.

Vai que ela sabe, o cara morre e ela nem tinha idéia de nada…

É assente que o direito a imagem e a honra é inviolável. Nem precisaria estar escrito, mas o constituinte de 1988 fez questão de trazer no inciso X do artigo 5º da Carta da República. E que não se queira falar em liberdade de imprensa e direito à informação. No caso, não houve nem a propositura da denúncia pelo Ministério Público, estando a matéria em fase de apuração, investigação, a qual deve deter a melhor descrição e sigilo. Afinal, nenhum direito, mesmo que fundamental, é absoluto.

Maria Marleide Maciel Queiroz, Juíza da vara de família que decidiu acatar o pedido de censura prévia feito pelo governador Cid Gomes contra a revista IstoÉ, que vinculava seu nome ao escândalo revelado pela operação Lava Jato da Polícia Federal, relativizando nosso direito à vida, um direito fundamental absoluto.

Entendo que a veiculação de seu nome com os fatos ligados à operação Lava Jato poderá lhe causar (ao governador) dano irreparável ou de difícil reparação, vez que exerce um cargo público da mais alta relevância, governador do estado do Ceará

Maria Marleide Maciel Queiroz, Juíza, no exercício da brutalidade do estado, ao censurar previamente um dos principais veículos nacionais de comunicação.

A decisão segue no sentido contrário do que já foi afirmado pelo Supremo Tribunal Federal, de que o segredo de Justiça não alcança a imprensa, que deve ter acesso a informações por dever de ofício. O entendimento foi firmado no julgamento da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental 130, que discutiu a constitucionalidade da hoje cassada Lei de Imprensa, e reafirmado pelo ministro Celso de Mello, decano do STF, em caso semelhante.