“Boas intenções” – Walter Williams

“Boas intenções” – Walter Williams

A minha política: Liberdade, Igualdade, Dia, Noite, Direita, Esquerda…

Liberdade e igualdade, individualismo e coletivismo, são opostos complementares, como o dia e a noite. O sol da manhã nos banha de luz, distinguindo nossas diferenças, a noite as mistura numa escura massa amorfa.

Não sou Militante por este motivo: que razão haveria em ser partidário da Noite, em que o perigo espreita, e qualquer coisa que se move poderia ser um inimigo? E como defender o sol, que queima minha pele e deixa cicatrizes ardentes? Não.

Defendo o sol que nutre as criaturas com seu calor, e faz as plantas deitarem oxigênio ao meu redor, e a noite, que acolhe meu cansaço e embala o meu sono. No romper da aurora, como ser partidário do dia, se busco a sombra contra os abusos do sol?.

Defendo a noite, que torna as coisas indistinguíveis, e abre as portas para os reinos oníricos. No crepúsculo, como ser partidário da noite, se busco luzes artificiais, para continuar vendo as coisas distintamente, em sua sagrada individualidade, paradoxalmente forjada do íntimo acordo das células, e construo para mim abrigo contra as feras que surgem do breu desconhecido e ameaçador?

Se Direita é conservadorismo, manter as coisas como estão, isso não é bom, nem mau em si mesmo. Se Esquerda é abalar as estruturas e mudar o status quo, isso não é bom, nem ruim em si mesmo.

Há lugares neste planeta em que a noite dura muito, como longos são os dias. Mas não existe lugar no Universo em que a alternância possa ser evitada, quando um modo de ver as coisas atinge seu ponto de saturação e começa a tentar estancar o movimento.

A Realidade é fluxo, movimento, alternância. Que o dia nasça no Brasil, e que o sol de uma manhã florida alegre o coração de quem sabe, de dentro de seu castelo de pele, carne e ossos, que em seu coração, há uma janela para todos os outros corações.

Bolsonaro: Fascista de qualquer ângulo que se olhe

Cartoon “pescado” do blog Esquerdopata

Leandro Narloch, em seu novo livro “Manual politicamente incorreto da história do mundo”, fez uma pesquisa informal no Congresso Nacional.

Eu tive uma ideia para descobrir quem são, afinal, os mais favoráveis ao fascismo hoje em dia. Resolvi perguntar aos próprios políticos brasileiros o que eles achavam de alguns pensamentos de Mussolini. Consultei A Doutrina do Fascismo, o manual ideológico publicado em 1932 pelo ditador italiano e seu filósofo de plantão, Giovanni Gentile, e tirei dali cinco frases que, mesmo fora de contexto, expressam o pensamento totalitário. Omiti referências à Itália e ao fascismo e expus as cinco afirmações à avaliação de 60 deputados federais em Brasília – sem contar para eles, é claro, que as frases vinham do livro-base do ditador italiano.

As frases são as seguintes:

  1. Um homem se torna um homem apenas em virtude de sua contribuição à família, à sociedade e à nação.

  2. Como um anti-individualista, acredito numa concepção de vida que destaca a importância do estado e aceita o indivíduo apenas quando seus interesses coincidem com os do estado.

  3. O estado deve abranger tudo: fora dele valores espirituais ou humanos têm pouco valor.

  4. O estado deve ser não apenas um criador de leis e instituições, mas um educador e provedor de vida espiritual. Deve ter como objetivo reformular não apenas a vida mas o seu conteúdo – o homem, sua personalidade, sua fé.

  5. O estado deve educar os cidadãos à civilidade, torná-los conscientes de sua missão social, exortá-los à união; deve harmonizar interesses divergentes, transmitir às futuras gerações as conquistas da mente e da ciência, da arte, da lei e da solidariedade humana.

Meus pesquisadores registraram a opinião dos deputados em questionários com escala de 0 (discordo totalmente) a 4 (concordo totalmente). O resultado? Os deputados ficaram em cima do muro em relação às frases de Mussolini. Entre as respostas, a média ficou entre “discordo parcialmente” e “não concordo nem discordo” – o que já é uma surpresa, tendo em vista que são pensamentos do inventor do fascismo. [vii]

No entanto, bem como o ensaísta previu, as ideias fascistas tiveram menos discordância entre os políticos de esquerda. No topo da aceitação das frases, o deputado Jair Bolsonaro foi o único à direita, dividindo espaço com colegas que frequentemente o classificam como fascista. Já entre os que mais discordaram, são poucos os deputados à esquerda.

Deputados mais favoráveis às afirmações de Mussolini:

  1. Oziel Oliveira (PDT-BA) 14
  2. Jair Bolsonaro (PP-RJ) 12
  3. Vander Loubet (PT-MS) 10
  4. Alexandre Roso (PSB-RS), Beto Faro (PT-PA), Cândido Vaccarezza (PT-SP), Dalva Figueiredo (PT-AP), Protógenes Queiroz (PCdoB-SP), Flávia Morais (PDT-GO), Francisco Praciano (PT-AM), José Airton (PT-CE), Miguel Corrêa (PT-MG) 9

A soma 20 indica total concordância; 10, a neutralidade; 0 a total discordância.

Interessante é a postura do Bolsonaro: Fascista de qualquer ângulo que se olhe.

Having never been a coherent philosophy of government, conservatism exists as an amalgam of reactionary concepts loosely tied together by historical accident. The only apparent unifying theme among ideas as unrelated as opposition to gay marriage and aggressive foreign interventionism is a fear of the unfamiliar. This reactionary nature is leading conservatives down a path to irrelevance in an age of improved communication, access to information, and cultural understanding.

Países costumam ganhar dinheiro vendendo tecnologia ou com os royalties que ela rende; costumam ganhar dinheiro vendendo commodities; costumam ganhar dinheiro vendendo manufaturados; costumam ganhar dinheiro por intermédio de multinacionais, que fazem a remessa de lucros para as matrizes. Não se tem notícia, no mundo moderno — ou me citem um exemplo —, de um país que obtenha dividendos vendendo a mão de obra de milhares de pessoas.

Reinaldo Azevedo, sobre a compra de um lote de médicos no mercado cubano, por parte do governo brasileiro, com a chancela da OMS.

Seja benvindo ao iphone hoje em gotas, um podcast para se ouvir antes de levantar da cama! eu sou Alexandre Costa, hoje é quinta-feira, 22 de agosto de 2013, e o iPhone hoje é um podcast consagrado por ouvintes em todo o mundo lusófono. A nova proposta é fazer um podcast curto, com pequenas dicas de aplicativos concentrado no tema produtividade pessoal.

E agora, tome sua gotinha de produtividade!

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